Transferência de Conhecimento para o Setor Público

Os tratamentos de transtornos psiquiátricos descobertos na idade adulta, que em geral começam a se manifestar antes de o portador completar 15 anos, são menos eficazes do que os cuidados oferecidos ainda na infância. Quando diagnosticado em um adulto, o transtorno pode ser considerado crônico. É na fase chamada de DPI – Desenvolvimento da Primeira Infância (o que inclui o período intrauterino) que o investimento em saúde mental deve ser concentrado. Por esse motivo, o INPD pretende organizar um centro de difusão do conhecimento gerado por seus protocolos de investigação, a fim de propagar procedimentos de apoio à DPI no sistema público de saúde e estabelecer parceria com o sistema privado.

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Os setores público e privado do sistema de saúde do Brasil apresentam peculiaridades singulares. No entanto, o INPD traçou objetivos que contemplam a possibilidade de bom funcionamento nos dois contextos. Veja a seguir:

– Transferir um pacote de intervenções em mulheres grávidas de comunidades de baixa renda na cidade de São Paulo;

– Transferir uma tecnologia de rastreio para encontrar anomalias de desenvolvimento no feto, para o uso no sistema de atenção primária à saúde;

– Favorecer o uso efetivo de conhecimentos e procedimentos transmitidos em nossos cursos de formação de recursos humanos para a atenção primária, através da transferência de rastreios de saúde mental e apoio técnico para as salas de espera de consultórios públicos;

– Transferir e ampliar um programa destinado a sensibilizar e capacitar professores na detecção de transtornos mentais no ensino público fundamental.

Para concretizar os objetivos, o INPD está à frente de iniciativas como o Programa de Visitas Domiciliares a Jovens Gestantes, através do qual jovens carentes menores de 20 anos receberão apoio de enfermeiras, e o Projeto Cuca Legal – PCL, destinado a professores do ensino fundamental, criado para sensibilizar e fornecer informações sobre saúde mental de crianças e adolescentes, como princípios de manejo de alunos problemáticos e recomendações sobre como abordar os pais, além da criação do Sistema Geo-Health – GHS, que usa um dispositivo móvel conectado a uma rede 3G e um GPS para ajudar na coleta de dados por equipes de atenção primária.