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A quarta onda, a saúde mental e o novo normal – Por Luis Augusto Rohde

11/11/2020

Ela inclui o aumento de transtornos mentais e do trauma psicológico provocados diretamente pela infecção ou por seus desdobramentos secundários

Muito se fala sobre o dito “novo normal”, ainda mais agora que os números avassaladores de mortes e internações pela Covid-19 tendem a diminuir em todo o país. Mas, afinal de contas, como se define esse “novo normal”? Começa quando e termina onde? Qual é sua relação com a saúde mental? Será que o “novo normal” reflete algo mais duradouro? Nesse quesito, há pensadores como Luiz Felipe Pondé, que acham que o termo nada mais é do que uma expressão fajuta de marketing. Ele defende que, a médio prazo, o ser humano e a vida vão mudar muito pouco.

Mesmo que temporárias, algumas mudanças são inquestionáveis. Fica claro que o impulso enorme ao trabalho remoto é uma realidade inevitável, que está sendo adotada pela maioria das empresas, em maior ou menor grau, mas certamente continuará em um nível maior do que antes da pandemia. Em decorrência disso, há um movimento de busca de casas mais confortáveis ao redor dos grandes centros urbanos, por trabalhadores de classe média e alta. Isso obviamente muda, em cascata, diversos outros aspectos, como as formas de mobilidade humana nesses grandes centros. As escolas se preparam para modelos híbridos de ensino. O incremento das interações sociais, através de ferramentas da web, atinge todas as áreas. A explosão dos atendimentos médicos por telemedicina é de fácil constatação pelos números que emanam das principais operadoras de saúde do país.

Leia na íntegra: https://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/a-quarta-onda-a-saude-mental-e-o-no\